A relação entre sachês sustentáveis e o hóspede de 2026

A relação entre sachês sustentáveis e o hóspede de 2026

Para quem atua no setor de hospitalidade, não é novidade que as escolhas relacionadas aos amenities também fazem parte da experiência do hóspede. Frascos, sachês, dispensers, formulações e materiais utilizados nas embalagens passaram a integrar uma discussão cada vez mais presente no setor: como conciliar experiência, praticidade e responsabilidade ambiental?

 

Tempo de leitura: 7 minutos

 

Nesse contexto, os sachês ganham espaço não simplesmente por serem embalagens individuais, mas pelas possibilidades de desenvolvimento de soluções que buscam otimizar o uso de materiais e tornar a operação mais eficiente, de acordo com as características de cada produto e embalagem.

 

É uma transformação que acompanha mudanças no comportamento do consumidor, nas políticas de sustentabilidade das empresas e também nas regulamentações que vêm impactando o setor de hospitalidade. Neste artigo, mostramos como as embalagens passaram a fazer parte dessa discussão e quais atributos da linha Real Golden, da Realgems, dialogam com esse novo cenário. Confira:

 

  • O que os dados dizem sobre o hóspede de 2026
  • Por que a embalagem virou parte da experiência
  • O que muda na prática com sachês sustentáveis
  • Sachês x dispensers: onde cada solução faz sentido
  • A linha Real Golden da Realgems


O que os dados dizem sobre o hóspede de 2026

 

A percepção de que a sustentabilidade pesa na decisão de hospedagem não é achismo. Segundo a Booking.com, 85% dos viajantes globais consideram que viagens mais sustentáveis ​​são “importantes ou muito importantes” para eles. O mesmo relatório mostra que as ações sustentáveis são igualmente importantes para todas as faixas etárias: mais de um terço de cada grupo etário afirma que planeja se hospedar em um local com certificação de sustentabilidade nos próximos doze meses: Baby Boomers (35%), Geração X (35%), Millennials (36%) e Geração Z (35%).

 

Esse comportamento não fica só no lado do consumidor final. A Pesquisa Firjan ESG 2025 revela que 72% das empresas brasileiras já exigem práticas sustentáveis verificáveis de seus fornecedores, incluindo hotéis contratados para eventos corporativos, convenções e viagens de negócios. 

 

Ou seja: o hóspede individual pressiona por um lado, o comprador corporativo pressiona por outro. 
Os dois convergem para o mesmo ponto, o de que a sustentabilidade virou critério de decisão, não 
diferencial opcional.

 

Confira: O que a evolução dos amenities, do básico ao essencial, revela sobre as novas expectativas do hóspede moderno

 

 

Por que a embalagem virou parte da experiência

 

Amenities podem parecer pequenos diante de toda a estrutura de um hotel, mas estão entre os pontos de contato mais próximos entre o hóspede e a marca. São produtos presentes em momentos de cuidado e bem-estar e, por isso, embalagem, design, formulação e funcionalidade também contribuem para a percepção da experiência de hospedagem.

 

Assim, escolhas relacionadas aos materiais, à quantidade de matéria-prima utilizada, à reciclabilidade e às soluções que buscam reduzir impactos ambientais podem reforçar, na prática, os compromissos assumidos pelo hotel.

 

É por isso que a sustentabilidade na hotelaria deixou de estar restrita à operação ou aos relatórios ESG e passou a ser percebida também nas escolhas presentes no quarto e nos detalhes da experiência oferecida ao hóspede.

 

Saiba mais: Design de amenities para hotel: como a embalagem influencia a percepção do hóspede

 

O que muda na prática com sachês sustentáveis

 

Mesmo quando o formato parece semelhante, os sachês podem apresentar diferenças importantes em relação aos materiais utilizados, quantidade de matéria-prima, características da embalagem e possibilidades de destinação após o uso, por exemplo.

 

Quando falamos em uma solução desenvolvida com critérios de sustentabilidade, é importante observar diferentes aspectos:

 

  1. Embalagem: composição, quantidade de material utilizado e possibilidades de reciclagem ou destinação adequada;
  2. Formulação: atributos como fórmulas biodegradáveis, ingredientes selecionados e outros diferenciais ambientais, quando aplicáveis e comprovados;
  3. Funcionalidade: praticidade e segurança necessárias para o uso individual, buscando conciliar a experiência do hóspede com escolhas mais responsáveis.

 

Na prática, a evolução das embalagens permite que a hotelaria avalie a experiência durante a estadia e os impactos associados ao consumo e ao descarte dos produtos utilizados na operação.

 

Veja: O ROI das amenidades sustentáveis: como o investimento verde gera valor para seu hotel

 

 

Sachês x dispensers: onde cada solução faz sentido

 

Se você acompanha as mudanças regulatórias na Europa, sabe que o Regulamento (UE) 2025/40, o PPWR, estabelece, a partir de 2030, restrições a determinados formatos de embalagens de uso único no setor de hospedagem, incluindo embalagens de cosméticos e produtos de higiene destinadas a uma única reserva e descartadas antes da chegada do próximo hóspede.

 

Todavia, isso não torna o sachê obsoleto hoje. Muitas operações hoteleiras ainda dependem do formato individual, como kits de boas-vindas, categorias específicas de quarto, hospedagens de curta duração ou propriedades menores, onde o investimento em infraestrutura de dispenser ainda não faz sentido operacional. Para esses cenários, a diferença entre um sachê convencional e um sachê sustentável já representa um avanço real de impacto ambiental, mesmo sem eliminar o formato individual por completo.

 

Ou seja, enquanto essa transição acontece (e a Realgems já lidera esse movimento no Brasil com sua linha de dispensers de 500 ml), o sachê sustentável funciona como resposta imediata para quem tem responsabilidade ambiental e precisa manter o formato individual. Mais do que estabelecer uma oposição entre sachês e dispensers, o caminho está em avaliar qual solução oferece o melhor equilíbrio entre experiência do hóspede, eficiência operacional e impacto ambiental para cada contexto.

 

Leia também: Inovação em embalagens de amenidades cosméticas: redução de plástico e reutilização

 

A linha Real Golden da Realgems

 

A Real Golden foi desenvolvida justamente para unir praticidade, cuidado e responsabilidade ambiental em uma solução pensada para a operação hoteleira.

 

A linha combina o formato individual dos sachês com formulações biodegradáveis e atributos que refletem o compromisso da Realgems com escolhas mais conscientes, com qualidade e pensando na experiência do hóspede.

 

Características da linha:

 

  • Formulação biodegradável;
  • Vegana em todos os líquidos (exceto sabonete em barra);
  • Não testada em animais;
  • Praticidade do formato individual para diferentes necessidades da operação hoteleira.

 

Produtos e formatos disponíveis:

 

  • Sabonete em barra — 10 / 12 / 15 / 20g
  • Shampoo — 20 / 30ml
  • Condicionador — 20 / 30ml
  • Espuma de banho — 20 / 30ml
  • Loção hidratante — 20 / 30ml
  • 2X1 (shampoo e condicionador) — 20 / 30ml

 

 

De fato, cuidar do planeta também é hospitalidade. E é essa filosofia que sustenta cada detalhe da linha Real Golden, do material escolhido até a formulação de cada produto.

 

 

Fale com o time da Realgems e conheça todos os benefícios da linha Real Golden para o seu meio de hospedagem.

 

 

ENTRAR EM CONTATO

 

 

F.A.Q. – Perguntas frequentes sobre sachês sustentáveis

Sachês sustentáveis substituem os dispensers? Não necessariamente. Dispensers reduzem mais o volume de embalagem no médio e longo prazo. Sachês sustentáveis atendem cenários onde o formato individual ainda faz sentido operacional, com impacto ambiental reduzido.
Sachês biodegradáveis custam mais caro que os convencionais? O investimento pode variar conforme o volume contratado, mas o retorno aparece na percepção do hóspede e no atendimento a exigências ESG de compradores corporativos, que já pesam na escolha de fornecedores hoteleiros.
A regulamentação europeia sobre embalagens afeta hotéis brasileiros? De forma indireta, sim. Redes com hóspedes internacionais ou vínculo com cadeias globais de hotelaria já sentem essa pressão como exigência competitiva, mesmo sem operar diretamente na Europa.
Por que o hóspede de 2026 valoriza tanto esse tipo de detalhe? Porque amenities são o ponto de contato mais direto entre hóspede e marca. Pesquisas confirmam que a sustentabilidade já é fator decisivo na escolha de hospedagem para a maioria dos viajantes globais.

 

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